Entrada
Novo lead com origem e horário registrados.
Organize atendimento, funil e atribuição para saber onde as oportunidades avançam, onde travam e quais canais geram receita.
O CRM deve representar a jornada real: entrada, primeiro contato, qualificação, agendamento, consulta, proposta, pagamento e venda. Cada mudança precisa ter um critério claro, e a origem do lead deve acompanhar o registro para conectar marketing e receita.
Novo lead com origem e horário registrados.
Resposta efetiva da equipe.
Critérios mínimos atendidos.
Pendente, confirmado e comparecimento.
Oferta apresentada e pagamento em andamento.
Venda, valor e motivo de perda.
“Primeiro contato” deve representar que alguém da equipe respondeu. “Agendado” deve existir apenas quando data e horário foram confirmados. “Consulta realizada” precisa indicar comparecimento real.
Quando as definições são vagas, indicadores de conversão deixam de ser confiáveis.
Campanhas podem gerar demanda em qualquer horário. A operação precisa saber quanto tempo leva para a equipe responder e quantos leads permanecem sem retorno.
Esse indicador ajuda a separar problemas de mídia de problemas de atendimento.
Regras podem criar tarefas, lembretes e follow-ups quando uma condição é atendida. Também podem mover etapas quando eventos objetivos acontecem.
A lógica precisa ser auditável para que a equipe entenda por que um lead foi movido.
UTM, campanha, conjunto, anúncio, termo e página de entrada podem ser preservados no registro. Assim, uma venda pode retornar para a origem e alimentar decisões de marketing.
Quando o usuário volta sem UTM, um modelo de last non-direct pode preservar a última origem conhecida, com a regra registrada para evitar confusão.
A vertical RootLabs / Tricologia foi organizada por intenção de busca e por função no funil, com páginas interligadas para evitar conteúdo redundante.
SEARCH INTENT / CRM
Respostas sobre funil, automação, WhatsApp, atribuição e acompanhamento comercial.
Um CRM organiza contatos, etapas, responsáveis, tarefas e origem dos leads para que a clínica acompanhe a jornada até a venda.
O CRM ajuda o tricologista a separar novos leads, agendamentos, consultas, propostas e vendas, reduzindo contatos esquecidos e permitindo medir conversão.
A ferramenta deve refletir o processo real da clínica, com etapas objetivas e campos úteis para atendimento e atribuição de marketing.
Um funil possível é entrada, primeiro contato, qualificado, agendamento pendente, agendado, consulta realizada, proposta, pagamento e venda.
As etapas devem representar mudanças reais de estado e permitir medir taxa de avanço. Evite criar etapas apenas para registrar pequenas ações sem valor analítico.
Automações podem criar tarefas, mover etapas, disparar lembretes e sinalizar demora de resposta. Elas devem apoiar a equipe, não substituir decisões que exigem contexto.
O CRM pode programar cadências após falta de resposta, proposta ou consulta, mantendo histórico e permitindo interromper a automação quando o lead avançar.
Cada lead deve ter origem, etapa, responsável, próxima ação e histórico. Duplicidades e contatos sem status dificultam qualquer análise de marketing.
Integrações entre WhatsApp e CRM permitem registrar conversas e movimentações, além de medir tempo de resposta e oportunidades sem retorno.
Preserve UTMs e IDs de clique na entrada do lead e conecte esses dados ao CRM. Quando a venda ocorre, é possível relacioná-la à campanha e ao canal de aquisição.
CAC é o investimento de aquisição dividido pelo número de novos pacientes conquistados no período, desde que mídia, gestão e critérios de atribuição sejam definidos de forma consistente.
O rastreamento deve preservar UTMs, IDs de clique, página de entrada e histórico de origem, enviando essas informações ao CRM para análise posterior.
ROOTLABS / DIAGNÓSTICO
Analisamos aquisição, conversão, rastreamento e processo comercial para identificar os principais gargalos da sua operação.